PROCESSO DE DEFINIÇÃO DO VEÍCULO PARA TRANSPORTE DE CARGA INDIVISÍVEL
Antes de começar: 3 fatores críticos a considerar
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Características da carga
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Peso total
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Pontos de apoio
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Centro de gravidade
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Altura, comprimento e largura
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Condições da infraestrutura
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Limitações de altura e largura da via
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Capacidade das pontes e viadutos
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Estado do pavimento
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Pesos por eixo permitidos
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Frota disponível
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Capacidade de carga e tração
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Tipo de suspensão, de eixos e de distância entre eixos
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Configuração do veículo
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Etapas do processo de especificação
1º Passo – Capacidade de carga
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Selecione veículos ou combinações capazes de suportar o peso total da carga, respeitando limites legais e técnicos.
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Priorize modelos que atendam às normas do DNIT, DER e concessionárias.
Foco: capacidade técnica e legal.
2º Passo – Altura do conjunto
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Dentre as opções com capacidade de carga adequada, prefira as que resultem em menor altura total.
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Isso reduz riscos com passagens urbanas, túneis, viadutos e interfere positivamente nos custos e tempo de liberação da AET.
Foco: viabilidade vertical e redução de interferências.
3º Passo – Comprimento da carga
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Escolha o veículo que melhor acomode o comprimento da carga, evitando excessos dianteiros e traseiros.
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Isso ajuda na distribuição de peso entre os eixos e melhora a manobrabilidade, especialmente em trechos urbanos.
Foco: acomodação segura e geometria viável.
4º Passo – Largura da carga
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Opte pela configuração que minimize os excessos laterais e facilite a negociação com obstáculos físicos (defensas, postes, canteiros).
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Atenção especial a travessias urbanas e trechos estreitos.
Foco: redução de risco lateral e custos operacionais.
DICA FINAL
Nunca defina o veículo apenas com base na capacidade de carga. Cada medida da carga (altura, comprimento, largura) pode gerar limitações diferentes no trajeto e impactar diretamente o custo, o tempo e a viabilidade do transporte.
Resumo do Processo de Definição do Veículo para Carga Indivisível
